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Os mitos na obra de Platão

Nova Acrópole / Os mitos na obra de Platão
Atividade da sede Campinas

20/09/2017 (Quarta) às 20:00 - 21:00

Observações: Entrada franca

O mito é antes de tudo um “símbolo” (eikonon), útil para desprender ensinamentos morais que servem para elevar os nossos sentimentos e para ampliar os nossos horizontes mentais e intuitivos.

Além disso, não devemos esquecer que foi nos mitos que se inspiraram aqueles que construíram pirâmides do Egito e do México, o Parthenon de Atenas e os templos da Índia e de Roma, ou aqueles que esculpiram e pintaram no Renascimento, todas elas maravilhas que continuam a surpreender-nos hoje em dia.

Enquanto muitos falam de pessoas que seriam referências a seguir, algo assim como mitos (estrelas de cinema, de desporto, de música), pelas suas riquezas, a sua beleza física, o seu êxito, romances, glamour…, outros, no entanto, preferem celebrar exemplos de coerência e valores humanos.

Platão fala-nos de Sócrates, um personagem que era fisicamente muito feio (dizem as más línguas que era tão feio que parecia um sileno e, por isso, provocava risos na maioria das pessoas). No entanto, esse personagem para Platão seria um mito, porque no dia a dia foi coerente consigo mesmo, não com o vizinho; escutava os ditames do seu coração e dos deuses (as forças da natureza); era forte, corajoso, generoso e amava a sua cidade e o seu povo acima de si mesmo, como demonstrou em várias ocasiões pondo em risco a sua vida. Não falava sobre alguém que foi fruto das suas fantasias literárias, mas de um herói, um mito, que realmente existiu. Sócrates inspirou seguramente Platão a escrever os seus mitos.

Os mitos na obra de Platão
Local da atividade: Campinas
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