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Florais de Bach – Uma Abordagem Filosófica

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Neste artigo, iremos abordar a visão holística que o Dr. Bach tinha da medicina, assim como seus estudos e descobertas médicas, principalmente da medicina floral, que proporcionam até hoje excelentes benefícios para a nossa saúde psicológica. Falaremos sobre a vida do Dr. Bach, seus remédios, o enfoque holístico do tratamento, a possível interpretação do funcionamento dos remédios florais, a prática do tratamento e um breve resumo de suas trinta e oito essências sob uma abordagem filosófica.

“A ação desses remédios consiste em elevar nossas vibrações e abrir nossos canais para a recepção do Eu Espiritual; em inundar nossa natureza com a virtude particular de que precisamos, e em expurgar de nós o erro que causa o mal. Elas são capazes, como uma música bonita ou qualquer outra coisa gloriosa, que nos eleva e inspira, de alçar nossa própria natureza, de aproximar-nos de nossa alma e, por esse mesmo ato, de dar-nos paz e aliviar nossos sofrimentos. Elas não curam atacando a moléstia, mas inundando-nos o corpo com as formosas vibrações da nossa Natureza Superior, na presença das quais a moléstia se derrete, qual neve ao calor do sol.
Não haverá cura verdadeira se não houver mudança na aparência, paz de espírito, e felicidade interior.” Edward Bach

Nascido em 1886, em Moseley, nos arredores de Birmingham, o Dr. Bach foi um médico muito à frente de seu tempo. Dedicou sua carreira ao desenvolvimento de uma medicina natural que tratasse a saúde emocional, deixando de lado a medicina ortodoxa que, para ele, já não era suficiente. Tinha ascendência galesa e foi, desde criança, intuitivo, delicado e independente, com grande amor pela natureza. Terminou a escola aos dezesseis anos e passou três anos trabalhando na fábrica de fundição de latão de seu pai, para poder pagar por seus estudos médicos. A precoce carreira médica foi ao mesmo tempo convencional e bem sucedida. Em 1912 qualificou-se no University College Hospital (UCH) em Londres.
Sentia ter um elo espiritual, entre outros, com Hipócrates, Paracelso e Samuel Hahnemann, compartilhando da concepção de que “Não existem doenças, existem doentes”. Desde cedo, Dr. Bach esteve ciente que a personalidade e as atitudes das pessoas tinham efeitos sobre seu estado de saúde. Quando estudante, interessou-se pelos pacientes como pessoas, mais do que como casos clínicos propriamente. E muito cedo ele chegou à conclusão de que, nas doenças, a personalidade é mais importante do que os sintomas e deve ser levada em conta nos tratamentos médicos.
Estava cada vez mais insatisfeito com as limitações da medicina ortodoxa e de como era focalizada em curar sintomas, acreditando que o tratamento eficaz devesse atingir as causas das doenças, ele decidiu seguir seu interesse por imunologia e se tornou Bacteriologista Assistente na UCH em 1915.
Sua saúde nunca foi forte; ficou muito doente em 1917 e foi desenganado. A determinação em concluir seu trabalho o levou a recuperar-se completamente; e mais tarde, quando desenvolveu os Florais de Bach, estava fortemente influenciado pela crença de que buscar a real vocação é essencial para a saúde física e espiritual da pessoa.
Trabalhando como patologista e bacteriologista tomou conhecimento da obra de Samuel Hahnemann, o fundador da homeopatia, e ficou surpreso com o fato de que este havia reconhecido a importância da personalidade na doença há 150 anos. Combinando este princípio com seus conhecimentos da medicina ortodoxa, desenvolveu os “7 Nosódios de Bach”, vacinas orais, baseadas nas bactérias intestinais que purificam o trato intestinal com efeitos extraordinários para o estado geral de saúde do paciente e também para os casos de condições crônicas difíceis, como a artrite.
Ele continuava atendendo em seu consultório e tratando gratuitamente os pobres. Em seu pouco tempo livre continuava buscando métodos de cura mais simples e mais puros. Ainda que a comunidade médica houvesse adotado suas vacinas (até hoje continuam a ser usadas por homeopatas e outros médicos), ele não gostava do fato de que fossem feitas a partir de bactérias e estava ansioso por substituí-las por um método mais suave, possivelmente baseado em plantas.
Em 1928, durante um jantar comemorativo, teve uma revelação. Observando os convidados, compreendeu que se encaixavam em vários grupos de tipos distintos. A partir de então, chegou à inspirada conclusão que cada grupo de tipos reagiria à doença de uma forma particular. Naquele outono visitou o País de Gales e trouxe consigo duas plantas: Mimulus e Impatiens. Ele as preparou da mesma forma como havia preparado as vacinas orais e as prescreveu segundo a personalidade de seus pacientes, obtendo resultados satisfatórios imediatos. Mais tarde, ainda naquele ano, adicionou Clematis. Com estes três florais estava à beira de desenvolver um sistema de medicina totalmente novo.
Em 1929, com 43 anos, o Dr. Bach fechou o laboratório e seu consultório e foi para o País de Gales em busca de outros Florais de Bach da natureza. Numa manhã, caminhando num campo orvalhado, pensou que cada gota de orvalho, atingida pelo sol, adquirisse as propriedades curativas da planta sobre a qual estava. Isto o inspirou a desenvolver um método de preparação dos Florais de Bach, utilizando água pura e sol. Nesse mesmo ano, escreveu o livro: “Cura-te a ti mesmo”, com a mensagem de que a doença física resulta da pessoa estar em conflito com seu propósito espiritual.
De 1930 até 1934, o Dr. Bach esteve buscando e preparando novos florais, e com eles tratando, com sucesso, seus pacientes. Buscava um método de tratamento mais simples e natural, que não “requeresse a destruição nem a alteração de coisa alguma”. Continuou trabalhando, escrevendo e tratando seus pacientes, dando prosseguimento à busca por outros florais. Sofreu consideravelmente, mental e fisicamente, antes de encontrar as plantas para aliviar seu sofrimento. Quando desenvolveu os 38 Florais de Bach, juntamente com o Rescue, teve a certeza de que não eram necessários outros Florais de Bach. Os 38 cobriam todos os aspectos da natureza humana e todos os estados mentais negativos que acompanham as enfermidades.
No final de 1936, morreu dormindo, feliz por haver completado sua missão. Ele confiou toda a responsabilidade da continuação de seu trabalho aos seus amigos e companheiros, os quais havia treinado. Pediu ainda que sua casa permanecesse sendo a fonte de informação sobre sua obra. Assim, ainda hoje, levado por sucessão direta, o Bach Centre Mount Vernon está ativamente envolvido no ensino e consultas, e continua preparando as tinturas-mãe. Os curadores asseguram assim, que as tradições e princípios de pureza e simplicidade sejam completamente mantidos.

O enfoque holístico da saúde, da doença e da cura baseia-se no conceito da perfeita Unidade de todas as coisas e da total Unicidade de todo sistema contido em seu interior. Cada sintoma, seja do corpo, da mente ou do espírito, nos transmite uma mensagem particular, que precisamos perceber e reconhecer, fazendo uso delas em nossa jornada. Todo processo verdadeiro de cura é uma afirmação da nossa totalidade e, de fato, da nossa santidade. Desse ponto de vista, o sistema dos Remédios Florais do Dr. Bach pode ser descrito como “a cura pela restauração da harmonia na percepção”. Nos pontos de mudança de chave da nossa personalidade, onde as energias vitais são canalizadas de modo errado ou bloqueadas, os remédios restabelecem contato e harmonia com a nossa totalidade, a nossa verdadeira fonte de energia. “Cura-te a ti mesmo” está no próprio âmago da filosofia de Edward Bach, pois, em última instância, nós mesmos, o “princípio universal da cura” ou o “divino poder de cura” existente dentro de nós, permitimos e possibilitamos a cura. Na visão do Dr. Bach, os seus Remédios Florais seriam usados, não apenas pelos médicos e praticantes leigos, mas também em cada família. Dessa maneira, as Flores do Dr. Bach seriam usadas não só por profissionais no tratamento de desordens psicossomáticas, como também por um número cada vez maior de pessoas que trabalham conscientemente pelo seu crescimento e desenvolvimento mental e espiritual.
Os Remédios Florais do Dr. Bach figuram entre os métodos sutis de cura, semelhantes à homeopatia clássica de Samuel Hahnemann, à medicina antroposófica, e à medicina espagírica ou herbácea. Eles não atuam pelo caminho indireto, via corpo físico, mas em níveis mais sutis, que influem diretamente no sistema de energia que é o homem.
Há três sentidos em que os Remédios Florais do Dr. Bach são novos e diferentes dos métodos sutis de tratamento até agora desenvolvidos no Ocidente:
1. O conceito de saúde e doença de Edward Bach, isto é, o enfoque espiritual que ele emprega, tem raízes num sistema universal de referência, que extrapola os limites da pessoa individual. Isso o levou a uma nova forma de diagnóstico, já não baseado em sintomas físicos, mas exclusivamente em estados de desarmonia da alma, ou sentimentos negativos, semelhantes aos “mentais” homeopáticos, porém mais abrangentes do que eles.
2. Novos, e diferentes na atualidade, são também os métodos simples, naturais, que Bach usava para liberar as energias curativas das flores no seu estado material e transferi-las para o veículo. Como resultado, os remédios florais atuam diretamente, isto é, ao contrário da Lei dos Símiles, harmonizando e curando, e sem que haja a possibilidade de superdoses, efeitos colaterais e incompatibilidade com outros métodos de tratamento.
3. Esse modo de ação, “inofensivo” no melhor sentido da palavra, torna as bênçãos dos Remédios do Dr. Bach acessíveis a um número muito maior de pessoas, para usarem na cura e na autocura, do que até agora tem sido possível com métodos sutis de cura. O emprego bem sucedido dos remédios de Bach não exige treinamento em medicina nem em psicologia, mas apenas perceptividade, capacidade de pensar e apreciar e, acima de tudo, sensibilidade e sentimentos naturais para com a outra pessoa.
Segundo o próprio Dr. Bach: “Nossa saúde física depende do nosso modo de pensar, dos nossos sentimentos e emoções… As doenças reais e básicas no homem são certos defeitos como o orgulho, a crueldade, o ódio, o egoísmo, a ignorância, a instabilidade e a ambição… tais defeitos é que constituem a verdadeira doença…, e a continuidade desses defeitos, se persistirmos neles,… é o que ocasionam no corpo os efeitos prejudiciais que conhecemos como enfermidades”.

Não existem ainda explicações, sobre o modo de ação dos remédios, que sejam satisfatórias aos critérios científicos atuais. Hipóteses têm sido oferecidas, baseadas na química molecular, na cibernética e na física para explicar outros sistemas sutis de cura. Possivelmente, estas também se aplicariam aos florais. Considerando a expansão extremamente rápida do conhecimento nesses campos, será uma questão de tempo as mudanças de energia produzidas por tais métodos sutis, poderem também ser medidas e demonstradas por processos científicos.
No entanto, filosoficamente estudando as propriedades medicinais das plantas, assim como as características naturais do Reino Vegetal, somos capazes de melhor compreender como estas poderiam influenciar positivamente os seres humanos, tratando de suas enfermidades, em diversos níveis diferentes. O nível de atuação de um remédio depende não apenas da natureza da substância com a qual foi feito, mas também da sua forma de manipulação.
No caso dos Florais de Bach, dizem ser de atuação psíquica, ou seja, atuam nos veículos mental e emocional, fazendo com que a cura de desequilíbrios nesses veículoes curem por conseqüência os outros veículos inferiores. Estas plantas teriam em si, campos energéticos semelhantes aos campos humanos. E, por simpatia, certa dose desse campo extraído da planta através do método solar, cobriria os “buracos” existentes em nossos veículos e que são os provocadores dos desequilíbrios psicológicos que, todos nós, em algum nível, possuímos.
O Dr. Bach baseia seu diagnóstico na alma e não somente na esfera de ação física. Portanto, não utilizava os sintomas físicos para diagnosticar, mas apenas os estados de alma negativos. Entretanto, esses não são tratados como sintomas que devam ser “combatidos”, pois isso conservaria sua energia, mas são inundados de ondas mais altas de energia harmoniosa. Os estados mentais e emocionais negativos, citados pelo Dr. Bach são:
* Orgulho,
* Crueldade,
* Ódio,
* Egoísmo,
* Ignorância,
* Instabilidade,
* Ambição.
As flores usadas por Bach são de plantas de uma ordem mais elevada, como ele dizia. Cada uma possui certa qualidade da alma, ou, dizendo em termos energéticos, tem um comprimento determinado de ondas de energia. Cada uma dessas “qualidades da alma” com sede na planta, está em harmonia com certa qualidade da alma da pessoa, isto é, com certa freqüência no campo de energia humana. A alma humana contém todas as 38 qualidades da alma das Flores de Bach – como potencialidades de energia, virtudes, ou centelhas divinas.
Quando surge um conflito entre as intenções da Alma e as da Personalidade, dentro de certa qualidade da alma ou potencial de energia, o comprimento de onda no campo de energia, deformado, se desarmoniza e desacelera. Tal deformação terá efeito negativo sobre toda a psique da pessoa e, como diz Edward Bach, a partir daí, se desenvolve um estado negativo da mente e da alma. Numa situação dessas, o remédio floral tem a mesma freqüência de energia harmoniosa da qualidade correspondente da alma humana, mas, nesse caso, sem deformação e em ritmo normal. Tem, portanto, afinidade com a qualidade da alma humana, pode estabelecer contato com ela e com suas próprias ondas harmoniosas de freqüência, restabelecer a harmonia.

A visão da doença de Dr. Bach trata da dor e da enfermidade como um simples sinal de que algo está errado. Sendo assim, o tratamento tem dois pontos básicos:
a. Compreender onde erramos;
b. Desenvolver uma autêntica vontade de correção e por em prática as virtudes contrárias aos nossos defeitos, o que segundo o Dr. Bach, é a melhor maneira de combatê-los.
Antes que se possa diagnosticar a outros, é preciso conhecer-se a si mesmo. O terapeuta, antes de tratar os outros, precisa ser terapeuta de si mesmo e ser capaz de aplicar a si próprio aquilo que recomendará a seu paciente. Sendo assim, terá a capacidade de observar o outro como observa a si mesmo e poderá prescrever o melhor remédio para aquele que busca o seu auxílio profissional.
Os remédios são geralmente ministrados durante um mês, através de 4 gotas, 4 vezes ao dia. Serão escolhidas pelo terapeuta cerca de 6 essências, no máximo, de acordo com as necessidades do paciente.
As essências são divididas em 7 grupos que resumiriam em si todas as enfermidades humanas:

As 38 Essências

1. Para os que sentem medo:
Rock Rose – Pânico; situações repentinas e de terror;
Mimulus – Medo de causas conhecidas;
Cherry Plum – Medo de perder o controle;
Aspen – Medos indefinidos e desconhecidos;
Red Chestnut – Aflição pelos demais;

2. Para os que sofrem de indecisão:
Cerato – Falta de confiança nas próprias decisões;
Scleranthus – Indecisão entre duas situações definidas;
Gentian – Desânimo ante os imprevistos e entraves da vida.
Gorse – Grande desesperança;
Hornbean – Insuficiência mental e física para carregar o fardo da vida que lhes foi
colocado sobre os ombros;
Wild Oat – Falta de sentido de vocação;

3. Falta de interesse pelas circunstâncias atuais:
Clematis – Pessoas sonolentas, sem interesse pela vida. Vivem no futuro;
Honeysuckle – Pessoas que vivem no passado;
Wild Rose – Pessoas que se renderam na luta pela vida. Conformismo;
Olive – Exaustão e esgotamento;
White Chestnut – Pensamentos circulares;
Mustard – Melancolia; “Manhã cinzenta”;
Chestnut Bud – Pessoas que não conseguem aprender com as lições da vida;

4. Para a solidão:
Water Violet – Pessoas que se aprazem em ficarem sós;
Impatiens – Pessoas que querem que tudo se ajuste a seus ritmos;
Heather – Pessoas que não conseguem ficar sozinhas;

5. Para os que têm sensibilidade excessiva a influências e opiniões:
Agrimony – Pessoas que escondem suas aflições por trás de bom humor e
brincadeiras;
Centaury – Submissão;
Walnut – Protege das influências externas;
Holly – Pessoas que se vêem atacadas pela inveja, ciúme, vingança, suspeita;

6. Para o desalento ou desespero:
Larch – Pessoas que se sentem incapacitadas, já esperando o fracasso;
Pine – Sentimento de culpa; Insatisfação com seu desempenho;
Elm – Sentimento de responsabilidade;
Sweet Chestnut – Quando a angústia parece absolutamente insuportável;
Star of Bethlehem – Situações de choque; Traumas passados;
Willow – Vítima; Dificuldade em aceitar o que lhes aconteceu;
Oak – Trabalho; Empenho constante pelo sucesso;
Crab Apple – Limpeza;

7. Excessiva preocupação com o bem-estar dos outros:
Chicory – Pessoas que estão continuamente corrigindo o que lhes parece errado e se
comprazem com isso;
Vervain – Fanatismo;
Vine – Autoritarismo; Acham que todos devem fazer tudo à sua maneira;
Beech – Intolerância com os demais;
Rock Water – Severidade consigo mesmo; Perfeccionismo.
O último dos remédios seria o RESCUE REMEDY, utilizado para casos de
emergência.

O Dr. Bach foi, no entanto, um bom estudioso surgido no nosso século com o objetivo de resgatar um conhecimento das plantas que faz parte da tradição da humanidade. Sua contribuição foi de grande valia e, se os homens soubessem dar o verdadeiro valor a essa tradição, fariam inclusive melhor uso desses remédios, já que têm a função de curar as enfermidades que impedem o homem de desenvolver por completo o seu potencial, pois bloqueiam ou drenam sua energia, causando desgastes desnecessários. Sem essas brechas, somos capazes de direcionar nossas energias para onde devem ser direcionadas, sem desperdícios e sem excessos.
O homem deve aprender através da filosofia e da medicina tradicional a se curar, pois hoje sabemos, somente o homem saudável de corpo e mente é capaz de construir um novo mundo, livre de doenças e repleto de virtudes.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

DUQUES, Maria. Os Florais de Bach e as Síndromes do Feminino. 2a ed. Rio de Janeiro: Record: Rosa dos Tempos, 1997.
O Trabalho do Dr. Edward Bach. Londres: Wigmore Publications Ltd., 1995.
SCHEFFER, Mechthild. Terapia Floral do Dr. Bach – teoria e prática. São Paulo: Editora Pensamento, 1997.
WEEKS, Nora. As Descobertas Médicas de Edward Bach Médico. Inglaterra: The Dr. Wdward Bach Healing Centre, 1973.