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VIVER COM SAÚDE

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VIGOREXIA

A vigorexia é um transtorno relacionado com a percepção do físico, que se caracteriza por uma obsessão permanente por incrementar o volume dos músculos.
Essa doença também é conhecida como “Síndrome de Adônis”, já que os acometidos são pessoas bonitas, musculosas e fortes que anseiam possuir corpos perfeitos.
O vigoréxico sofre “dismorfofobia”, ou seja, tem uma imagem distorcida de seu próprio corpo, e por mais musculoso que esteja, continua vendo-se flácido.
A vigorexia é uma patologia que afeta os homens em 90% dos casos, e em 10% as mulheres.

Perfil do vigoréxico:

* Jovem com baixa auto-estima, que rechaça sua imagem.
* Pesam-se várias vezes ao dia.
* Olham-se frequentemente no espelho.
* Treinam em academias de 3 a 5 horas por dia, (quando faltam, têm sentimento de culpa).
* Quanto à alimentação, sua dieta é rica em proteínas e pobre em gorduras, baseando-se somente em alimentos como:
– claras de ovo.
– massas.
– amidos.
Ou seja, aqueles alimentos que desenvolvem sua massa muscular.

Para eliminar gorduras e lipídeos, abusam de laxantes e diuréticos; como estão esgotados (por tanto exercício), se saturam de complexos vitamínicos, etc.

Muitas vezes, entretanto, chegam ainda mais longe e tomam anabolizantes, hormônios de crescimento, sendo a “somatropina” o mais utilizado, além de esteróides e outras substâncias dopantes.

Problemas envolvidos:
* Doenças cardiovasculares.
* Lesões no fígado.
* Crescimento da próstata.
* Disfunção erétil.
* Redução do tamanho dos testículos.
* Crescimento dos seios (ginecomastia).
* Em mulheres, masculinização e irregularidades no ciclo menstrual.

A somatropina:

A “somatropina” é indicada para atrasos de crescimento em crianças, já que estimula o crescimento dos ossos longos e das células musculares.
Em adultos, comporta-se como um potente anabolizante: estimula a síntese protéica, diminui o tecido adiposo e aumenta a massa muscular.

Os efeitos adversos da “somatropina” são:

* Retenção de líquido.
* Hiperglicemia.
* Fraqueza.
* Hipotireoidismo.
* Dor de cabeça.

Isabel Pérez Arellano