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Ciclo Cultural: Grandes Civilizações

Nova Acrópole / Ciclo Cultural: Grandes Civilizações
Ciclo Cultural: Grandes Civilizações

Ilha do Governador - Rio de Janeiro

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“A parte que ignoramos é muito maior que tudo quanto sabemos!”. Essa máxima de Platão – filósofo grego de 428 a.C. a 347 a.C.) -, resume o ciclo de palestras organizado pela Organização Internacional Nova Acrópole – sede Ilha do Governador, no mês de agosto.

Falando sobre as Grandes Civilizações, a busca foi por conhecer um pouco mais da história da própria humanidade a partir de elementos deixados pelos antigos. Nos três dias de atividades, os egípcios, os celtas e os romanos foram destacados pelos palestrantes.

Sobre o Egito e seus Mistérios, o conferencista Matheus Grohs, no dia 14 (segunda-feira), trouxe a ideia de que tudo o que os egípcios construíam fora era resultado do que eles construíram dentro deles mesmos. “Portanto, não era possível que um construtor egípcio esculpisse a estátua de uma deidade se o valor que aquele Deus representava não tivesse sido vivido pelo próprio construtor”, conclui Grohs.

Não foi diferente na palestra A mitologia Celta. O resultado de uma ação também era fruto de uma mudança interior. No entanto, a forma de transmissão dessas ideias atemporais era feita com uma linguagem mítica. Durante a palestra, que ocorreu dia 16 (quarta-feira), o professor Antonio Saavedra trouxe a importância de mitos como, por exemplo, a famosa história do Rei Arthur.

“Todos os personagens nessa história representam algum elemento do próprio indivíduo. A famosa Excalibur, por exemplo, é símbolo da vontade do Ser Humano de superar a sua condição por algo maior”, ressaltou Saavedra.

Para o povo romano, a construção da vida interior era um pressuposto para todas as ações do indivíduo. Na palestra Roma e Filosofia Estoica, que ocorreu no dia 17 (quinta-feira), o professor Júlio Mesquita trabalhou as ideias de filósofos que fizeram parte do estoicismo romano, como Marco Aurélio, Epiteto e Sêneca.

“A praticidade da filosofia estoica é uma ótima ferramenta para entendermos e lidarmos com situações contemporâneas, principalmente sob o ponto vista moral e ético”, destacou Mesquita.

A Organização Internacional Nova Acrópole existe há 60 anos e está presente em 60 países, trabalhando em prol de um ideal de valores permanentes que favoreça a evolução individual e coletiva, por meio de suas linhas de ação em Filosofia, Cultura e Voluntariado.

 

 

 

 

 

 

 

 

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