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XIV Semana da Filosofia – Leonardo da Vinci: 500 anos de um legado extraordinário

XIV Semana da Filosofia – Leonardo da Vinci: 500 anos de um legado extraordinário

São Leopoldo

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A XIV Semana da Filosofia, na sede São Leopoldo da Organização Internacional Nova Acrópole – Filosofia, Cultura e Voluntariado – iniciou no dia 18 de novembro com uma palestra sobre o homenageado, Leonardo da Vinci, e seu legado.

A instrutora Bárbara Klimiuk Sinigaglia resgatou as virtudes que permearam toda a vida de Da Vinci, homem símbolo do Renascimento, cujo legado influencia ainda hoje e poderá nos impulsionar em direção a visões de futuro.

Descrito como um homem a frente de seu tempo, cujas ideias surpreendem até mesmo aqueles que nasceram na “era da inovação tecnológica”, ele foi incentivado desde muito jovem a estimular seus potenciais, aprendendo a lidar com a “desordem” de toda uma época para conseguir “promover a organização”.

Humanização

O desenvolvimento de virtudes, esta força espiritual capaz de organizar a vida, que inspirou Leonardo da Vinci, nos anima a promover cada vez mais a reflexão do que é ser humano. “Quando ele fala em Universo, podemos adaptar e pensar em humanidade e trabalhar para reconhecer essa ideia em todos os seres humanos. Por exemplo, se olho para os demais e só vejo motivos para criticar, não estou seguindo seu modelo”, observou a instrutora.

“Mona Lisa é mais do que uma pintura, é uma recordação do mais bonito e estético do feminino. Diante desta obra, podemos enxergar em nós o que ela mobiliza”.

Leonardo da Vinci trouxe expressões de inteligência, arte, entre outros, que geram humanização. Dono de um pensamento matemático, mas também imaginativo. Um esforço inteligente (ciência) que gerou grande beleza. A ciência em Leonardo da Vinci nasceu da observação da natureza.

Ideias

O que permaneceu de vários homens e mulheres que continuam a orientar nossa vida são as ideias. Algumas de Da Vinci foram concretizadas séculos mais tarde. Neste sentido, os presentes foram convidados a refletirem como estão atuando no mundo. Perguntas, como: “Quem sou?”, “Como está a minha relação comigo mesmo e com os demais?”, revelam que “a grande obra do ser humano é fazer de si o melhor que for capaz”, conclui Bárbara.

 

 

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