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O olhar filosófico diante da morte

O olhar filosófico diante da morte

Nova Acrópole Brasil

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Na noite de domingo, 20 de junho, a Organização Nova Acrópole promoveu uma aula on-line com o tema O Filósofo diante da Morte: como lidar com o luto e as perdas, ministrada pelas professoras Erika Kalvelage, da Nova Acrópole Zona Oeste, e Valéria Canecchio, da Nova Acrópole Zona Sul, da cidade de São Paulo.

O diálogo sobre o assunto tratou das mudanças significativas que a morte traz à vida, ao nosso cotidiano, e também das mortes simbólicas, como os ciclos da maturidade, saída de uma cidade ou país, mudança ou perda de emprego, que são, assim como a morte, o encerrar de etapas, e uma preparação para esse fim da vida, que todos os seres humanos irão vivenciar e presenciar.

Como recordaram as professoras, o processo do luto contém ritos que, quando vivenciados, colaboram com a reorganização emocional interna, levando o tempo necessário para cada um. “O luto seria um processo de cura, de cicatrização do nosso emocional”, como enfatizou Valéria. Dessa maneira, essa ferida psicológica em nós deve ser vivenciada, permitindo que esse ciclo tenha um começo, meio e fim.

Como citou Valéria, “o luto permite transformar a ausência em saudade, renascendo para uma nova etapa, já que agora essa etapa não conta com aquela pessoa que estava conosco até o momento, mas nós podemos ser felizes tendo esse bom sentimento por aquele que se foi, e conseguir reconstruir a nossa vida. É um renascimento, a partir desse processo de luto”.

“O luto é uma oportunidade, por isso ele não é superado, mas elaborado. A forma como podemos ajudar os demais nesse processo de luto é através da Filosofia, onde aprendemos a colocar consciência em tudo o que fazemos, e isso ajuda a iluminar aqueles aspectos mais profundos do nosso ser, como também ajudar outros a também esclarecerem aspectos mais profundos da vida”, comenta a professora Erika.

Nesse sentido, a recomendação é de que possamos expressar uma das maiores forças do ser humano: o Amor. “É de amor que quem está sofrendo precisa, de compaixão, de respeito, de carinho, e precisa saber que não está sozinho, porque nenhum ser humano está sozinho!”, finaliza.

Tags: Diálogos | Palestra