{"id":1672,"date":"2015-07-10T01:39:40","date_gmt":"2015-07-10T01:39:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.revistaesfinge.com.br\/?p=1672"},"modified":"2015-07-10T01:39:40","modified_gmt":"2015-07-10T01:39:40","slug":"guardioes-das-grutas-encantadas","status":"publish","type":"blog","link":"https:\/\/nova-acropole.org.br\/staging\/blog\/guardioes-das-grutas-encantadas","title":{"rendered":"Guardi\u00f5es das grutas encantadas"},"content":{"rendered":"<p>Um dos s\u00edmbolos mais multifacetados representado ao longo de toda a hist\u00f3ria da humanidade, e o animal mais complexo que a imagina\u00e7\u00e3o humana j\u00e1 criou. Existe algo de misterioso nestes seres fant\u00e1sticos. Vemos figuras de dinossauros extintos, mas n\u00e3o exaltam nossa fantasia com tanta for\u00e7a.<\/p>\n<p>No subconsciente coletivo, algo perdura em rela\u00e7\u00e3o a estes seres. \u00c9 como se essa mem\u00f3ria da Natureza conservasse em algum canto a ess\u00eancia e o significado simb\u00f3lico destes seres, que certamente s\u00e3o reminisc\u00eancias de algo existiu.<br \/>\nTornamo-nos um pouco crian\u00e7as quando imaginamos estes seres fant\u00e1sticos; cativam-nos seus relatos, atraem nossa fantasia, chamam a aten\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO drag\u00e3o \u00e9 nomeado em tantos lugares e \u00e9pocas, que \u00e9 quase imposs\u00edvel abranger todas suas lendas e refer\u00eancias sobre ele. O drag\u00e3o, &#8220;drak\u00f3n&#8221; em grego, \u00e9 nos nossos dias, como um monstro m\u00edtico, representado numa infinidade de selos, escudos, pinturas e cer\u00e2micas. Na realidade, \u2013 segundo Helena Blavatsky \u2013 \u00e9 um extinto monstro pr\u00e9-diluviano. Na antiga Babil\u00f4nia, alude-se a ele como &#8220;escamoso&#8221;; e numa multid\u00e3o de pedras preciosas est\u00e1 relacionado com o Tiamat, o mar. &#8220;O Drag\u00e3o do Mar&#8221; \u00e9 mencionado com freq\u00fc\u00eancia. No Egito, a estrela do Drag\u00e3o (depois, a estrela Polar) \u00e9 a origem da conex\u00e3o de quase todos os deuses com o Drag\u00e3o.<br \/>\nBel e o Drag\u00e3o, Apolo e P\u00edton, Os\u00edris e Tuf\u00e3o, Krishna e K\u00e2liya, Sigurd e Fafnir, e finalmente S\u00e3o Jorge e o Drag\u00e3o, significam o mesmo. Todos eles eram deuses solares e, em qualquer lugar que encontremos o Sol, l\u00e1 tamb\u00e9m est\u00e1 o Drag\u00e3o, s\u00edmbolo de sabedoria e poder.<br \/>\nOs hierofantes do Egito e da Babil\u00f4nia se intitulavam &#8220;Filhos do Deus-Serpente&#8221; e &#8220;Filhos do Drag\u00e3o&#8221;. Tanto a Serpente como o Drag\u00e3o eram s\u00edmbolos da sabedoria, da imortalidade e do renascimento.<br \/>\nNa B\u00edblia, no Apocalipse, aparece um grande drag\u00e3o de cor avermelhada, com sete cabe\u00e7as e dez chifres, que foi vencido por S\u00e3o Miguel e seus anjos.<br \/>\nFilostrato, autor do s\u00e9culo II D.C., em seu livro \u201cA vida de Apol\u00f4nio de Tiana\u201d, descreve ao drag\u00e3o como um animal fabuloso, recoberto de escamas de ouro.<br \/>\nNumerosos foram os her\u00f3is, tanto da era crist\u00e3 como anteriores a ela, que mataram drag\u00f5es e, por conseguinte, foram considerados protetores do bem. Entre eles citaremos An\u00fabis, Apolo, Perseu, H\u00e9rcules, Jas\u00e3o, S\u00e3o Jorge, S\u00e3o Miguel, S\u00e3o J\u00falio, S\u00e3o Le\u00e3o, S\u00e3o Clemente e outros.<\/p>\n<p>S\u00e3o Jorge e o drag\u00e3o<br \/>\nExistem diferentes vers\u00f5es das fa\u00e7anhas de S\u00e3o Jorge, que viveu na Palestina no s\u00e9culo III e, supostamente, padeceu pouco antes do advento do imperador Constantino. No Dicion\u00e1rio Hist\u00f3rico dos Santos de John Coulson, encontra-se a vers\u00e3o considerada oficial:<br \/>\nJorge, um cavalheiro crist\u00e3o, chega \u00e0 cidade de Sileno, na L\u00eddia, na qual um terr\u00edvel drag\u00e3o faz reinar a desola\u00e7\u00e3o. Os habitantes se viram obrigados a escolher entre eles mesmos os que serviriam de sacrif\u00edcio ao monstro. Inclusive a pr\u00f3pria filha do rei tinha que ser imolada, mas ent\u00e3o apareceu Jorge, que atacou e reduziu o monstro. E a princesa, passando pelo seu pesco\u00e7o um cintur\u00e3o como uma corrente, conduziu-o \u00e0 cidade. L\u00e1, Jorge consentiu em matar ao drag\u00e3o, com a condi\u00e7\u00e3o de que os habitantes recebessem o batismo. Segundo autores mais recentes, S\u00e3o Jorge se casou com a princesa.<br \/>\nEm outro relato, conta-se que na Fran\u00e7a, no castelo de Vangrenens, vivia uma dama muito bela, mas de escassa virtude. Como castigo, foi transformada em um basilisco, esp\u00e9cie de drag\u00e3o, e causou estragos na regi\u00e3o. O basilisco \u00e9 uma esp\u00e9cie de ave-r\u00e9ptil particularmente danoso. Este monstro \u00e9 gerado por um ovo de galo, colocado no esterco e incubado por um sapo. O basilisco destr\u00f3i tudo que toca e suas picadas s\u00e3o venenosas. O filho da pervertida dama, Jorge, um piedoso cavalheiro, decide libertar a regi\u00e3o do terr\u00edvel animal. Ele o mata e esmaga sob as patas de seu cavalo, mas imediatamente depois \u00e9 presa de tristeza e de remorso. S\u00e3o Miguel diz-lhe que deve ser castigado por ter matado a sua pr\u00f3pria m\u00e3e.<br \/>\nQue seja queimado e suas cinzas dispersadas pelo vento&#8230; Jorge morre valorosamente na fogueira. Mas suas cinzas, ao inv\u00e9s de voar ao azar, caem novamente \u00e0 terra em um montinho. Uma mo\u00e7a as recolhe. Em um lugar pr\u00f3ximo pega uma ma\u00e7\u00e3 e a come. Nove meses depois ela d\u00e1 a luz a um belo menino, que anunciou: Meu nome \u00e9 Jorge, nasci nesta terra pela segunda vez&#8230;<br \/>\nO Papa J\u00f5ao XXIII decidiu suprimir o Jorge do calend\u00e1rio lit\u00fargico crist\u00e3o.<\/p>\n<p>O drag\u00e3o na Idade M\u00e9dia<br \/>\nNa Idade M\u00e9dia, os drag\u00f5es s\u00e3o os guardi\u00f5es de grutas encantadas, de pal\u00e1cios ou de tesouros fabulosos e, para conquistar estes tesouros, os cavalheiros eram obrigados a combater tais monstros. Assim tamb\u00e9m era para ganhar o cora\u00e7\u00e3o de uma bela princesa. Percival, Siegfried e tantos outros her\u00f3is legend\u00e1rios foram os advers\u00e1rios, triunfantes, de terr\u00edveis animais. Siegfried mata um drag\u00e3o e esfrega o corpo no sangue do mesmo, o qual serve-lhe de armadura.<br \/>\nNo Extremo Oriente os drag\u00f5es costumam guardar a entrada dos pal\u00e1cios santu\u00e1rios. Encontram-se figuras de drag\u00f5es tanto nos primeiros baixos-relevos da arte rom\u00e2nica, como na estatu\u00e1ria das catedrais g\u00f3ticas e nos afrescos do Renascimento. Inclusive, no s\u00e9culo XVII, um pintor como Rubens utilizou este tema para suas telas.<br \/>\nAo mesmo tempo, multiplicam-se os drag\u00f5es nas lendas e nos contos de fadas, nos quais servem freq\u00fcentemente de montaria para feiticeiros e outros personagens mal\u00e9ficos. Conta-se que o doutor Fausto, depois de ter vendido sua alma ao diabo, foi arrastado ao inferno por dois destes animais quando soou a hora em que seu espantoso pacto terminou. Em resumo, estes monstros povoavam a imagina\u00e7\u00e3o popular e, n\u00e3o havia uma cidade europ\u00e9ia povoada que n\u00e3o tivesse seu pr\u00f3prio drag\u00e3o.<br \/>\nPara citar um exemplo, podemos falar da &#8220;tarasca&#8221;, monstro que deve seu nome \u00e0 cidade de Tarascon. Diz a lenda que entre o Avignon e Arl\u00e9s, ao p\u00e9 de um enorme penhasco que domina o R\u00f3dano, reinava um drag\u00e3o que matava a todas as pessoas que passavam por ali, al\u00e9m de mergulhar-se no rio para fazer naufragar os navios e devorar os seus ocupantes. Sua guarida estava em uma gruta inacess\u00edvel, debaixo do castelo de Tarascon. Este ser tinha cabe\u00e7a de le\u00e3o, crinas de cavalo, corpo de touro, cauda de serpente e seis patas com garras de urso; com uma carapa\u00e7a de tartaruga e uma crista de arestas cortantes.<br \/>\nQuem podia vencer tal Monstro? Um simples mortal n\u00e3o, certamente. Nos primeiros s\u00e9culos do Cristianismo s\u00f3 poderia ser um santo e, neste caso, Santa Marta, irm\u00e3 de Maria Madalena.<br \/>\nDizem que foi \u00e0 Proven\u00e7a para combater o paganismo na regi\u00e3o. O povo de Tarascon pediu-lhe que vencesse o drag\u00e3o; Santa Marta foi ao seu encontro. O drag\u00e3o estava no bosque, devorando uma de suas v\u00edtimas. Ela avan\u00e7ou para cima dele com uma cruz de madeira e lhe benzeu com \u00e1gua benta, isso o deixou manso como um cordeiro. Levou o drag\u00e3o ao povo e os tarasconenses lhe dividiram em peda\u00e7os, sendo depois batizados em massa por esta Santa.<\/p>\n<p>O drag\u00e3o e a alquimia<br \/>\nO Drag\u00e3o est\u00e1 intimamente relacionado com a Alquimia. O drag\u00e3o que morde a pr\u00f3pria cauda representa a for\u00e7a natural, reprimida e latente, a contrapartida da \u00e1guia, o esp\u00edrito liberando-se. Quando aparecem casais de drag\u00f5es entrela\u00e7ados representam as duas for\u00e7as ps\u00edquicas elementares em estado prim\u00e1rio e ca\u00f3tico, e correspondem de certa forma ao caduceu.<br \/>\nO drag\u00e3o de Ouroboro \u00e9 s\u00edmbolo da natureza encadeada, da mat\u00e9ria sem forma. Quando n\u00e3o se possuem as armas luminosas, as \u00fanicas que podem vencer o terr\u00edvel drag\u00e3o que guarda o velocino de ouro, o homem pode ser devorado por essas for\u00e7as da Natureza que guardam o ouro da alma.<br \/>\nA Natureza \u00e9 tamb\u00e9m o mar imenso para o qual sa\u00edram os argonautas; aqueles que observam com rigor as leis da Natureza podem obter o prezado velocino de ouro que Med\u00e9ia lhes entregar\u00e1. Esta \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o da Natureza que, desobedecendo \u00e0s ordens de seu sombrio pai e com grande irrita\u00e7\u00e3o do surpreso drag\u00e3o, entregou o velocino de ouro.<br \/>\nPara a Alquimia, as duas for\u00e7as representadas pelas serpentes ou drag\u00f5es s\u00e3o o enxofre e o merc\u00fario. \u00c0s vezes um dos dois r\u00e9pteis representa o enxofre; e o merc\u00fario \u00e9 alado e o enxofre n\u00e3o; ou em lugar de dois r\u00e9pteis, lutam entre si um le\u00e3o e um drag\u00e3o. A aus\u00eancia das asas sugere o car\u00e1ter de &#8220;s\u00f3lido&#8221; do enxofre, enquanto que o animal alado, seja o drag\u00e3o, grifo ou \u00e1guia, representa o &#8220;vol\u00e1til&#8221; merc\u00fario.<br \/>\nO drag\u00e3o pode representar por si s\u00f3 todas as etapas da obra, conforme apare\u00e7a: com patas, com barbatanas, com asas ou sem nenhum destes ap\u00eandices; pode habitar na \u00e1gua, na terra ou no ar e, em forma de salamandra, inclusive no fogo.<br \/>\nO s\u00edmbolo oriental do drag\u00e3o vive primeiro na \u00e1gua, em forma de ser aqu\u00e1tico, para logo, elevar-se ao c\u00e9u como animal alado. Lembra-nos tamb\u00e9m o mito tolteca do Quetzalc\u00f3atl, a serpente emplumada que se move sucessivamente sob a terra, na superf\u00edcie e no ar.<br \/>\nO Drag\u00e3o \u00e9 um dos s\u00edmbolos mais multifacetados representados ao longo de toda a hist\u00f3ria da humanidade e, \u00e9 o animal mais complexo que a imagina\u00e7\u00e3o humana j\u00e1 criou.    \t<\/p>\n","protected":false},"template":"","categories":[93],"tags":[],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v17.7.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Guardi\u00f5es das grutas encantadas - Nova Acr\u00f3pole<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/nova-acropole.org.br\/staging\/blog\/guardioes-das-grutas-encantadas\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Guardi\u00f5es das grutas encantadas - Nova Acr\u00f3pole\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Um dos s\u00edmbolos mais multifacetados representado ao longo de toda a hist\u00f3ria da humanidade, e o animal mais complexo que a imagina\u00e7\u00e3o humana j\u00e1 criou. 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