{"id":27249,"date":"2017-03-27T14:13:05","date_gmt":"2017-03-27T17:13:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nova-acropole.org.br\/?post_type=parasabermais&#038;p=27249"},"modified":"2019-02-18T16:58:48","modified_gmt":"2019-02-18T19:58:48","slug":"catastrofes-naturais","status":"publish","type":"blog","link":"https:\/\/nova-acropole.org.br\/staging\/blog\/catastrofes-naturais","title":{"rendered":"Cat\u00e1strofes Naturais"},"content":{"rendered":"<p><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignright wp-image-27250\" src=\"http:\/\/nova-acropole.org.br\/staging\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/avalancha-nieve.jpg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"495\" srcset=\"https:\/\/nova-acropole.org.br\/staging\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/avalancha-nieve.jpg 500w, https:\/\/nova-acropole.org.br\/staging\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/avalancha-nieve-200x300.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/strong>A pergunta surge imediatamente: Por qu\u00ea? Por que acontecem estas coisas e justamente ali onde mais danos promovem?<\/p>\n<p>N\u00e3o somos especialistas na leitura e interpreta\u00e7\u00e3o das Leis da Natureza, mas podemos oferecer algumas simples hip\u00f3teses decorrentes dos conhecimentos tradicionais.<\/p>\n<p>N\u00e3o devemos acreditar que esses fen\u00f4menos s\u00e3o produto exclusivo de nossa \u00e9poca. Sempre existiram, ainda que nem sempre tenhamos guardado mem\u00f3ria deles, ou talvez \u00e0queles distantes desastres hoje\u00a0 confundamos com mitos.\u00a0 Ali\u00e1s, n\u00e3o foram as b\u00e1rbaras cat\u00e1strofes que assinalaram a passagem de um per\u00edodo a outro da longa hist\u00f3ria do planeta?\u00a0 E o que dizer dos rastros de hist\u00f3rias segundo as quais velhos continentes \u2013 como Lem\u00faria e Atl\u00e2ntida \u2013 foram tragados pelo fogo e pelas \u00e1guas? Como explicar essas violentas glacia\u00e7\u00f5es que, aparentemente, atingiram homens e animais desprevenidos, alguns dos quais ficaram congelados enquanto faziam a digest\u00e3o das ervas mastigadas? O que aconteceu com tantas esp\u00e9cies de vegetais e animais desaparecidas repentinamente?\u00a0 E o que dizer das cidades das quais ficaram apenas rastros, ou \u00e0s vezes nem sinais, exceto os relatos daqueles tempos? O egocentrismo humano nos faz ver o problema de hoje como \u00fanico e maior, mas n\u00e3o \u00e9 assim.<\/p>\n<p>Pelo que sabemos, estas cat\u00e1strofes afetam a v\u00e1rios pontos da Terra, s\u00f3 que aqueles mais favorecidos pela sua riqueza material se recuperam antes e a destrui\u00e7\u00e3o \u00e9 solucionada relativamente cedo, o suficiente para cair mais rapidamente no esquecimento.<\/p>\n<p>Pelo contr\u00e1rio, quando o\u00a0 cataclismo cai sobre as zonas mais miser\u00e1veis, a recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 lenta, muito lenta. Ao menos, e como contrapartida, desperta-se a compaix\u00e3o e a solidariedade dos povos, movem-se as vontades de ajudar e os meios de comunica\u00e7\u00e3o ampliam muito mais o sucesso. \u00c9 lament\u00e1vel pensar mal desses casos, mas n\u00e3o podemos deixar de nos perguntar at\u00e9 que ponto alguns desses movimentos de coopera\u00e7\u00e3o n\u00e3o tratariam de lan\u00e7ar uma discreta cortina de fuma\u00e7a sobre delicadas situa\u00e7\u00f5es de corrup\u00e7\u00e3o social, pol\u00edtica, moral, econ\u00f4mica, que assim ficam deixadas a um segundo plano moment\u00e2neo.<\/p>\n<p>A Terra est\u00e1 velha e enferma, assim dizem as antigas tradi\u00e7\u00f5es. Seus sintomas s\u00e3o cada vez mais evidentes e o que vemos como calamidades s\u00e3o apenas as queixas do planeta. E a isso h\u00e1 que se somar os efeitos nocivos que produzem os seres humanos em sua inconsci\u00eancia e em sua ambi\u00e7\u00e3o desmedida, certos de viver em uma rocha insens\u00edvel e inextingu\u00edvel.<\/p>\n<p>Em um aspecto sim acertamos: em chamar de \u201cnaturais\u201d a estas cat\u00e1strofes. N\u00e3o s\u00e3o produtos do homem&#8230; At\u00e9 certo ponto.<\/p>\n<p>A Terra possui regi\u00f5es mais fr\u00e1geis; aquelas onde a densidade populacional \u00e9 maior dentro de um espa\u00e7o comparativamente pequeno. Essa mesma densidade \u2013 se n\u00e3o se trata de poderosas capitais \u2013 fala de escassos meios econ\u00f4micos, de superlota\u00e7\u00e3o sem rem\u00e9dio f\u00e1cil. Qualquer desastre, nestas condi\u00e7\u00f5es, assume propor\u00e7\u00f5es descomunais.<\/p>\n<p>A Terra tem \u00e1reas fr\u00e1geis: istmos, pequenas faixas encerradas entre dois mares, terras baixas em afundamento progressivo, vulc\u00f5es sempre ativos, falhas tect\u00f4nicas entre placas continentais, ruptura da camada de oz\u00f4nio, chuvas torrenciais junto a secas incontrol\u00e1veis, extremos de frio e de calor, fen\u00f4menos como o El Ni\u00f1o que de repente se intensificam e arrasam \u00e0 sua passagem. Se consegu\u00edssemos olhar nosso corpo com os mesmos olhos, comprovar\u00edamos que tamb\u00e9m temos alguns pontos fr\u00e1geis onde \u00e9 muito mais f\u00e1cil que uma agress\u00e3o ou enfermidade se manifestem de forma mais c\u00e1ustica. Temos perdido o sentido da geografia sagrada. Hoje se vive e se constr\u00f3i em qualquer lugar e de qualquer maneira. Desconhecemos aqueles locais onde as possibilidades de ocupa\u00e7\u00e3o s\u00e3o mais positivas porque ali confluem energias ben\u00e9ficas de distinto tipo. Constr\u00f3i-se segundo a moda, com uns estilos arquitet\u00f4nicos que, apesar de seus sistemas de seguran\u00e7a, desafiam a estabilidade e a est\u00e9tica. Ou se constroem tristes casebres que n\u00e3o resistem nem ao vento nem \u00e0 chuva, porque n\u00e3o h\u00e1 outra forma de encontrar um teto, se \u00e9 que se pode chamar de teto a essa obra desmantelada.<\/p>\n<p>Por que queixar-se ent\u00e3o se temos levantado acampamentos sobre um formigueiro ou um ninho de escorpi\u00f5es sem saber? Faz muito tempo que perdemos a capacidade de falar com a Natureza. Justamente as pessoas simples e humildes que outrora sabiam manter esse \u00edntimo contato hoje se afastaram e esqueceram dessa comunica\u00e7\u00e3o, trocando-a pela \u00e1spera luta de classes e pelas reivindica\u00e7\u00f5es iradas que n\u00e3o carecem de raz\u00e3o em absoluto, mas que n\u00e3o estabelecem nenhum v\u00ednculo com a Terra.<\/p>\n<p>Isto n\u00e3o quer dizer que falar com a Natureza seja pedir-lhe o que deve fazer para que estejamos contentes. Significa penetrar nela, compreendendo-a em suas express\u00f5es e conseguir, por consequ\u00eancia, que tamb\u00e9m nos compreenda. \u00c9 criar a uni\u00e3o entre ambas as partes, uma amizade rec\u00edproca, e n\u00e3o esperar que a Natureza esteja ao servi\u00e7o permanente do homem e de suas necessidades e caprichos.<\/p>\n<p>A humanidade tamb\u00e9m est\u00e1 velha, cansada, carente de grandes ideais e decepcionada. Claro que existem exce\u00e7\u00f5es, mas no geral \u00e9 assustador. H\u00e1 tanta viol\u00eancia sem sentido que n\u00e3o se deve estranhar que se a exer\u00e7a contra os pr\u00f3prios homens e, por que n\u00e3o, contra a Natureza.<\/p>\n<p>Assim como est\u00e1, sem nenhuma mudan\u00e7a a vista, o di\u00e1logo entre os dois velhos, a Terra e a humanidade, \u00e9 imposs\u00edvel.<\/p>\n<p>\u00c9 a humanidade que\u00a0 deve esfor\u00e7ar-se por converter seu envelhecimento em experi\u00eancias \u00fateis, sua decep\u00e7\u00e3o em um di\u00e1logo com a Natureza para saber algo mais de suas leis. Isto n\u00e3o garante a desaparecimento das cat\u00e1strofes, mas sim seu conhecimento pr\u00e9vio, sua preven\u00e7\u00e3o, a comunh\u00e3o direta com essa grande e poderosa casa que nos acolhe e a possibilidade real de atenuar os males humanos e \u2013 por que n\u00e3o \u2013 os da Terra.<\/p>\n<p>Afinal, estas s\u00e3o cat\u00e1strofes naturais, e tudo o que \u00e9 natural tem tamb\u00e9m uma via natural de solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Autor: D\u00e9lia Steinberg G\u00fazman<\/p>\n<p>Cr\u00e9ditos das imagens: <a href=\"https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Nuptse-fromKalarPatar.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Uwe Gille<\/a>    \t<\/p>\n","protected":false},"template":"","categories":[93,98],"tags":[],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v17.7.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Cat\u00e1strofes Naturais - Nova Acr\u00f3pole<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/nova-acropole.org.br\/staging\/blog\/catastrofes-naturais\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Cat\u00e1strofes Naturais - Nova Acr\u00f3pole\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A pergunta surge imediatamente: Por qu\u00ea? 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