II Candeeiro da Cultura Gaúcha com música e tradição

Por Rio Grande do Sul - Porto Alegre

O II Candeeiro da Cultura Gaúcha, festival artístico-filosófico promovido pela Nova Acrópole, abriu as portas no dia 13 de setembro na Concha Acústica do Multipalco Eva Sopher, em Porto Alegre. O evento contou não apenas com a presença de grandes nomes da música regional, como Pirisca Grecco, Maria Alice, o duo Paloma e Miquí (acordeon e bombo leguero) e a Cia La Negra – Ana Medeiros, mas também com grupos voluntários da própria instituição, como o Coral Euterpe e a Camerata Orfeu.

O repertório, por conseguinte, trouxe uma mescla equilibrada entre clássicos da música gaúcha e composições autorais. Dessa forma, tradição e contemporaneidade se encontraram no mesmo palco, oferecendo ao público uma experiência única.

Música, poesia e teatro em sintonia

Ao longo da noite, mais de 200 pessoas prestigiaram o festival. Elas puderam, assim, apreciar a beleza de músicas, danças, declamações de poesia e esquetes teatrais tradicionalistas. Esse conjunto de expressões artísticas, portanto, despertou um profundo sentimento de pertencimento e de valorização da cultura gaúcha.

Além disso, a diversidade de apresentações mostrou que a cultura regional continua viva e dinâmica, capaz de unir diferentes gerações em torno dos mesmos símbolos e valores.

Cortejo até o Solar Palmeiro

Após o espetáculo na Concha Acústica, o público foi conduzido em cortejo pelos artistas até o Solar Palmeiro, um casarão histórico de mais de 230 anos, localizado do outro lado da Praça da Matriz. Lá, uma confraternização repleta de comidas típicas aguardava os convidados.

Em seguida, a programação seguiu com declamações de poesias e apresentações musicais do Grupo Luzeiros, formado por voluntários de Nova Acrópole. O grupo, por meio de gaita, percussão, contrabaixo e violão, garantiu que a celebração mantivesse sua energia festiva.

União, alegria e tradição no II Candeeiro da Cultura Gaúcha

Enquanto isso, entre vestidos de prenda, lenços e pilchas, pessoas de todas as idades se reuniram para dançar e cantar. Assim, a noite se transformou em um encontro de gerações que celebraram juntas a essência da cultura gaúcha.

Desse modo, ficou evidente que os valores de união, alegria e tradição permanecem como pilares fundamentais, sobretudo quando são vividos de forma comunitária. Finalmente, o Candeeiro da Cultura Gaúcha mostrou que a arte e a filosofia podem caminhar lado a lado, mantendo viva a chama da identidade cultural.