Voluntários por um dia

Por Minas Gerais - Belo Horizonte - Savassi

A Nova Acrópole Savassi promoveu, no feriado do dia 20 de novembro, uma atividade que faz parte do Projeto “Voluntários por um dia” no Parque Amílcar Vianna Martins. Os participantes viveram uma manhã dedicada ao cuidado com a natureza e ao aprendizado sobre plantas aromáticas e medicinais e seus efeitos fitoterápicos, além dos cuidados necessários ao seu cultivo.

Atividade: cuidando da vida no parque

Além do aprendizado sobre plantas medicinais, foram plantadas dezenas de mudas, além da realização da limpeza do parque. Na verdade, um gesto simples que ajuda a renovar o espaço e, consequentemente, a nós mesmos.

Parque Amílcar Vianna Martins

A escolha do Parque Amílcar Vianna Martins se deu por ser um local pouco conhecido e por ser historicamente relevante: o parque abriga o primeiro reservatório de água da cidade e que se encontra em pleno funcionamento até os nossos dias.

Wagner Fonseca, voluntário participante do projeto, ressaltou a marcante experiência de vivenciar momentos de profundas reflexões e cuidado com o meio ambiente. Segundo ele, a atividade não só o convidou a cuidar da natureza, como também a pensar sobre aquilo que precisaria “limpar em si mesmo”. Ainda, salientou que o plantio das mudas tornou seu dia muito mais especial, uma vez que aprendeu sobre o uso no dia a dia das plantas medicinais e aromáticas e a forma correta de cultivá-las. Segundo ele, um dia de aprendizado, conexão com a natureza e autotransformação.

Sayonara Portugal salientou as cores do dia ensolarado: o céu muito azul contrastando com o verde das plantas. De acordo com ela, todas essas cores misturavam-se na expressão de cada voluntário que chegava ao parque. De acordo com seus relatos, foi necessário preparar a terra com antecedência, com muitas mãos dedicadas a revolver, adubar e regar para, então, colocar nos canteiros cada muda de lavanda, hortelã, capim-cidreira, boldo do Chile e outras tantas espécies diferentes. Para ela, assim é na vida e na natureza. Idealiza-se com a mente e executa-se com o empenho do coração.

Luiz Machado, outro voluntário presente, enfatiza o momento especial pelo que passou por ser uma atividade ambientada na natureza, a qual reverencia com gratidão. A atividade torna-se relaxante por não demandar muito uso da faculdade mental. Apenas as mãos operam, com reverência, a sua comunhão com a natureza.

Contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Essa ação alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para a Agenda 2030, propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Mais especificamente, com o ODS#15, Vida Terrestre. Isso porque a atividade buscou proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres.

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