
Em fevereiro de 2026, voluntários da Nova Acrópole Juiz de Fora organizaram uma ação de auxílio aos atingidos pelas enchentes na cidade. As fortes chuvas trouxeram momentos desafiadores, fazendo com que a Escola se mobilizasse. Diante do cenário de dificuldade para tantas famílias, os alunos buscaram oferecer um pouco de solidariedade aos concidadãos.
Mobilização e organização
Em decorrência das fortes chuvas, muitos perderam seus pertences pessoais e suas casas. Outros, além disso, perderam seus familiares. Mas, ainda em uma situação difícil como essa, é necessário saber agir com ordem. Ou seja, também para atuar como voluntário a ordem é necessária. Por isso, os alunos passaram por uma formação antes de atuarem em campo. Entre os conhecimentos adquiridos, os participantes aprenderam que, antes de agir, é necessário parar por um instante e observar bem a situação. Dessa maneira, a atuação será mais consciente e não apenas uma reação.
Voluntariado em ação
Visando à maior eficácia da ação, a Nova Acrópole Juiz de Fora buscou um projeto que já estivesse atuando diretamente nas áreas mais afetadas. Desse modo, a Escola somou esforços ao Projeto Ser Luz. A partir do diálogo estabelecido com a instituição, foi surgindo a percepção das necessidades mais urgentes. Consequentemente, mobilizaram-se esforços para atender essas demandas específicas.
Os voluntários arrecadaram doações, produziram 400 lanches, montaram e distribuíram kits de higiene pessoal, além de itens de limpeza, alimentos para as cestas básicas e água, que foram encaminhados aos abrigos.

Uma visão filosófica
Em meio à adversidade e dificuldade do momento, surge um grande aprendizado: juntos somos mais fortes! Quando há união, organização e virtudes em ação, o trabalho se torna mais eficaz e o impacto muito menor. Certamente Juiz de Fora viveu momentos muito duros. Mas, para superar essas dificuldades, a cidade foi chamada à crescer coletivamente. E muitos foram os que atenderam a esse chamado. Afinal, grande parte da população vivenciou a união e o fortalecimento dos laços humanos.
Depoimento
Entre os voluntários, foi recorrente a percepção de que o caos também tem algo a ensinar e pode ser um ponto de transformação. A ação de auxílio aos atingidos pelas chuvas foi uma forma de experienciar de maneira prática o que se aprende na escola: devemos fazer o bem desinteressadamente. Ainda assim, é interessante observar como a consciência fica em paz quando se busca fazer o melhor em cada situação. “No meio da desordem, percebi algo muito bonito: quando nos colocamos a serviço do outro, algo dentro de nós também se organiza“, declarou Ana Lívia, voluntária na ação.
