
Beleza e sensibilidade inspiraram o Dia da Arte promovido pela Escola de Filosofia Nova Acrópole em Florianópolis, unidade Centro, no dia 27 de junho de 2026.
Arte e Filosofia em Florianópolis | Dia da Arte da Nova Acrópole
Na abertura do encontro, os participantes refletiram sobre a compreensão da arte apresentada por Delia Steinberg Guzmán: “No mundo dos Arquétipos existe uma Beleza Ideal que é difícil traduzir em palavras (…). A essa concretização material de uma Beleza Ideal chamamos Arte.”
A partir dessa reflexão, a programação convidou os participantes a investigar por que a arte é compreendida como um dos pilares da formação humana. Afinal, mais do que produzir ou apreciar obras, ela desperta valores, amplia a sensibilidade e fortalece a capacidade de compreender a si mesmo e o mundo.
Assim, o encontro reuniu interessados em vivenciar diferentes expressões artísticas como instrumentos de formação humana.

Arte e Filosofia em Florianópolis: Música
Na oficina de apreciação musical, Harry Ronconi conduziu uma reflexão sobre “A Música e a Matemática: Johann Sebastian Bach“.
Durante a atividade, foi apresentado como a ordem e a harmonia presentes nas obras do compositor revelam uma beleza que ultrapassa a técnica. Além disso, como destacou o facilitador, compreender Bach exige uma escuta paciente e atenta.

Arte e Filosofia em Florianópolis: Fotografia
Em seguida, Sabrina Nicolazzi conduziu o exercício visual de fotografia, inspirado pelo tema “A Natureza e seus Ciclos”, aproximando arte e ciência por meio da observação das estações do ano.
Desse modo, a experiência mostrou que a fotografia começa antes da câmera. Na verdade, ela nasce no olhar, na imaginação e nos sentimentos de quem aprende a reconhecer e registrar a beleza presente na natureza.

Arte e Filosofia em Florianópolis: Dança circular
Na sequência, Lea Maria de Araújo conduziu a oficina de dança circular, inspirada nas danças sazonais e nos ciclos da natureza.
Ao longo da atividade, os participantes experimentaram, por meio da roda, uma forma de convivência baseada na harmonia, no ritmo coletivo e na consciência de que a vida também acontece em ciclos.

Como a arte continuou impactando depois das oficinas?
Para encerrar a programação, os participantes assistiram à apresentação teatral “O Despertar de Meiembipe”, dirigida por Samuel Scaini. Inspirada na cultura de Florianópolis, a peça aproximou elementos da história local de uma reflexão sobre o desenvolvimento humano.
Em seguida, durante o café de confraternização, surgiram os efeitos mais discretos da experiência. As conversas tornaram-se mais espontâneas, os sorrisos mais frequentes e o ambiente mais leve.
Dessa forma, o Dia da Arte recordou aos participantes que desenvolver a sensibilidade também é uma forma de aprender a viver.



