A Terra como um Organismo Vivo: ciência, filosofia e reflexão em Lajeado

Por Rio Grande do Sul - Lajeado

A Terra como um Organismo Vivo foi o tema de uma noite especial promovida pela Nova Acrópole em Lajeado. O encontro aconteceu em 20 de abril e reuniu participantes interessados em compreender a relação entre ciência, filosofia e natureza.

Além disso, a atividade integrou as comemorações do Dia Internacional da Mãe Terra. Em sintonia com a temática internacional de Ciência e Filosofia, o evento propôs uma reflexão profunda sobre o planeta e seus sistemas vivos.

Durante a palestra, os participantes analisaram a Terra não apenas como cenário da vida. Pelo contrário, eles refletiram sobre o planeta como um sistema integrado, dinâmico e interdependente.

A frase da professora Delia Steinberg Guzmán, antiga presidente internacional da Nova Acrópole, contribuiu para esse momento de reflexão:

“Quando as almas se unem em nome do Amor, antigas feridas se curam na Terra.”

Assim, o encontro reforçou a ideia de que cada ser humano faz parte de uma realidade maior e compartilhada.

Ciência e filosofia em diálogo

Viviane Kern mediou a roda de conversa. Além disso, a atividade contou com a participação da médica e professora da Nova Acrópole Lajeado, Sofia Bittencourt, e da pesquisadora Laís Mara Santana Costa, doutora em Genética e especialista em Biologia Molecular.

Enquanto Sofia apresentou uma abordagem filosófica e integradora, Laís trouxe contribuições científicas acessíveis e fundamentadas. Dessa forma, o público teve contato com perspectivas complementares sobre o mesmo tema.

Como eixo principal, as palestrantes exploraram a Hipótese Gaia. Segundo essa proposta, a Terra funciona como um grande sistema vivo, no qual diversos elementos atuam de forma interligada.

Além disso, Laís explicou conceitos da Biologia Molecular e destacou diferentes níveis de organização dos sistemas vivos. Ao mesmo tempo, as palestrantes discutiram questões éticas relacionadas à ciência, à responsabilidade humana e ao propósito do conhecimento.

Por isso, o diálogo mostrou como diferentes formas de saber podem se complementar. Consequentemente, os participantes ampliaram sua compreensão sobre a vida, a natureza e o papel do ser humano no planeta.

Participação ativa do público

Após as apresentações, o público participou de um momento de perguntas e respostas. Nesse sentido, os participantes compartilharam reflexões, experiências e dúvidas.

Como resultado, surgiu uma troca rica e inspiradora. Além disso, o diálogo evidenciou o crescente interesse por temas que unem conhecimento científico, filosofia e desenvolvimento humano.

Oficina de Kokedama fortalece a conexão com a natureza

Como continuidade da Semana da Mãe Terra, alunos da unidade Lajeado participaram de uma atividade especial na unidade de Santa Cruz do Sul.

Na ocasião, eles realizaram uma Oficina de Kokedama, técnica japonesa que utiliza esferas de substrato e fibras naturais para o cultivo de plantas.

Mais do que uma atividade prática, a oficina proporcionou aprendizado, convivência e contato direto com a natureza. Além disso, a experiência simbolizou a harmonia entre o ser humano e o ambiente.

Posteriormente, os participantes compartilharam os conhecimentos adquiridos com os colegas. Da mesma forma, relataram experiências relacionadas ao cuidado, à presença e à integração com a vida.

Assim, a atividade complementou os temas trabalhados durante a Semana da Mãe Terra.

Pequenos encontros, grandes aprendizados

Quando a filosofia encontra a vida cotidiana, o conhecimento torna-se experiência. Foi justamente isso que os participantes vivenciaram ao longo das atividades.

Os encontros estimularam a reflexão, incentivaram atitudes mais conscientes e responsáveis diante da vida.

Por essa razão, a Nova Acrópole Lajeado continua promovendo espaços de estudo, diálogo e desenvolvimento humano. Afinal, a busca pelo conhecimento também fortalece a compreensão de si mesmo, do mundo e da natureza.

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