
No dia 7 de dezembro de 2025, a Trilha ao Pico da Tijuca reuniu alunos da Escola do Esporte com Coração da Organização Nova Acrópole. Participaram integrantes das unidades Niterói, Botafogo, Tijuca, Barra e Copacabana.
Desde o início, a proposta foi clara: viver o ideal olímpico na prática. Assim, a caminhada tornou-se mais do que um desafio físico. Tornou-se um exercício de consciência, união e superação.
Natureza e filosofia no Parque Nacional da Tijuca
O grupo partiu às 8h do Largo do Bom Retiro, no Parque Nacional da Tijuca. Em seguida, iniciou a subida ao Pico da Tijuca, ponto mais alto da floresta.
Além disso, a trilha homenageou Pierre de Coubertin, criador dos Jogos Olímpicos modernos. Ele defendia uma educação que integra corpo, mente e atitude.
Por isso, os organizadores propuseram uma vivência formativa. O foco esteve no modo de caminhar, e não apenas na chegada ao topo.



Superação com espírito coletivo
A trilha possui nível difícil. O percurso inclui trechos íngremes, terreno irregular e degraus de pedra próximos ao cume. Ainda assim, o grupo manteve o ritmo coletivo.
Em vez de competição, praticaram cooperação. Assim, todos caminharam no passo de quem tinha mais dificuldade. Dessa forma, viveram o verdadeiro espírito olímpico.
Gilberto, aluno de Niterói, destacou o respeito mútuo. Segundo ele, ninguém reclamou. Pelo contrário, todos se apoiaram. Portanto, a trilha transformou-se numa lição de empatia.
Igor, organizador do evento, reforçou essa ideia. Ele observou gestos espontâneos de ajuda entre pessoas de diferentes idades. Para ele, o grupo mostrou que a união fortalece cada integrante.
Nicole ressaltou o silêncio da mata. Além disso, mencionou a sensação de gratidão ao alcançar o topo. Já Cibele descreveu a experiência como um chamado interior. Para ela, cada passo trouxe um ensinamento.
Educação integral na prática
As montanhas do Maciço da Tijuca possuem rochas com mais de 500 milhões de anos. Esse cenário simbólico inspirou reflexões profundas.
O granito e o gnaisse revelam força e resistência. Do mesmo modo, o ser humano constrói sua solidez interior com tempo e esforço.
Além do desafio físico, os participantes praticaram responsabilidade ambiental. Levaram água suficiente, usaram roupas adequadas e recolheram todo o lixo produzido. Assim, cuidaram da floresta com respeito.
A vista do alto e a ampliação da consciência
Do alto do Pico da Tijuca, o grupo contemplou o Rio de Janeiro e Niterói. No entanto, a maior conquista não foi a paisagem; foi a transformação interior.
Muitos relataram maior clareza e serenidade. Afinal, caminhar juntos fortalece vínculos e amplia a consciência.





Conclusão
A Trilha ao Pico da Tijuca reafirmou o valor da natureza como espaço educativo. Quando existe intenção consciente, uma caminhada torna-se caminho interior.
Assim, os participantes desceram transformados. Levaram consigo a certeza de que união, esforço e respeito constroem uma vida mais elevada. Portanto, viver o ideal olímpico começa nos pequenos passos do quotidiano.