Voluntários da Nova Acrópole realizam Ação Social na Associação Mutirão, zona norte de São Paulo

Por São Paulo - ZONA NORTE - Santana

Voluntários da Organização Internacional Nova Acrópole – sede Santana, no dia 14 de dezembro, promoveram mais uma atividade de ação social. Desta vez, os esforços envolvendo alunos, amigos e convidados beneficiou a Associação Mutirão, situada no bairro Jardim Filhos da Terra, na Zona Norte da cidade de São Paulo.

A ação resultou em 150kg de alimentos não-perecíveis arrecadados. Também foram preparadas atividades lúdicas para as crianças menores e contos infanto-juvenis com temática e conteúdo filosófico para crianças de até 13 anos. “O Mito de Hércules” foi contado para os jovens acima de 14 anos. Do mito, destacou-se valores como heroísmo, amizade, colaboração para superar desafios e a persistência ante as dificuldades.

Uma das voluntárias da atividade, Roberta Guilherme, destacou: “São jovens em variados graus de vulnerabilidade social e emocional. Tanto quanto alimentos, necessitam bons modelos que os ajude valorizar potenciais que eles mesmos possuem”.

“Já participei de atividades de apoio social em minha vida, mas aqui, a ênfase é na mentalidade filosófica. Levar esperança como exercício de dar ao outro a mesma força e luminosidade que vamos despertando em nós mesmos”, comenta Maria de Fátima, outra voluntária.

Em nosso momento atual, com fácil acesso à informação e predomínio da tecnologia, a fortaleza e a esperança ante as dificuldades é uma sensível necessidade humana. Os ensinamentos dos Grandes Filósofos do Mundo Clássico despertam no ser humano o sentido de ser Idealista. “Não idealista no sentido de viver no mundo das nuvens ou das utopias” – esclarece a professora Eloísa Moura -, “mas de ideias baseadas em Nobres Ideais despertando sentimentos e gerando motivações para uma ação mais consciente”.

Com o objetivo de despertar nas pessoas o valor e o alcance prático da fraternidade, Eloísa completou: “Ser espiritual implica em atuar singelamente. Com ritmo, auxiliando e sendo úteis, simbolizamos nosso poder pessoal sobre as situações que não dependem de nós, ou seja, combatemos a sensação de indignidade ante as injustiças sociais”.