XVII Semana da Filosofia: As várias unidades da Nova Acrópole em São Paulo apresentam Seminário no teatro UMC na Vila Leopoldina

Por São Paulo - SP - Zona Sul

A XVII edição da Semana da Filosofia, que teve como tema central “A Linguagem dos Símbolos”, entre os dias 15 e 20 de novembro, foi comemorada pelas unidades da Nova Acrópole São Paulo Zona Sul, Zona Oeste, Santana, Jd. Paulista, Osasco, São Caetano do Sul, Santos, Guarulhos, entre outras.

A Nova Acrópole São Paulo Zona Sul, em homenagem a essa data, proporcionou diálogos filosóficos sobre o tema proposto após o término de cada exposição on-line, transmitida pelo canal YouTube da Nova Acrópole entre os dias 15 e 17, o que fomentou gratificantes momentos de reflexão e exercício da Filosofia.

Além disso, na noite de sexta, 18, foi realizado também um Seminário no teatro UMC na Vila Leopoldina com 4 exposições de 20 minutos cada, que trataram as diferentes faces deste tema tão rico.

Citando uma delas, o professor Tiago Grandi abriu a noite com o tema “O Homem como Símbolo do Infinito” e um ponto de sua abordagem tratou da Imaginação: “Entre as incertezas da vida e os fatos do cotidiano reside uma dimensão por vezes não explorada: a da imaginação (…). Esta faculdade tipicamente humana revela o potencial interior de cada indivíduo (…). Através dela, o ser humano (…) (converte-se) no símbolo do infinito”.

E no sábado, 19, as escolas promoveram exposição de painéis nas estações do metrô Luz, Borba Gato e Paulista e na linha de trem da CPTM em Osasco. Os usuários acompanhavam a evolução em belos painéis que mostravam o ilimitado da visão simbólica, no cotidiano, nas áreas de conhecimento etc.

O tema do Símbolo, tratado nesta Semana da Filosofia de 2022, é de uma riqueza filosófica fundamental, como bem expressa o professor Carlos Adelantado, diretor internacional de Nova Acrópole: “Do ponto de vista filosófico (como busca do conhecimento) interessa-nos (…) na sua função de relacionar o mundo manifestado no sensível (através da compreensão) com a sua contraparte superior à qual Platão chamava o mundo das ideias Arquetípicas (através da imaginação e da intuição).” A Linguagem do Símbolos é então pura atitude filosófica, pois nesta função de elo permite estados interiores sublimes e uma ação consciente, o exercício do que chamamos Filosofia em Ação ou Filosofia como Arte de Viver.