
Duas reportagens dos meios de comunicação locais contam um pouco sobre a história dos voluntários acropolitanos no RS. Assim, mostram o trabalho que eles vivenciam no Rio Grande do Sul.
Reportagens sobre voluntários no RS: apoio em Sinimbu
Primeiramente, uma das reportagens tratou do apoio a uma comunidade no município de Sinimbu, um dos locais mais atingidos da região. Essa foi uma ação do programa “Tá Na Mão”. Sobretudo, a ação buscou ajudar a retomar a dignidade dos moradores que perderam tudo ou quase tudo com a enchente.
Por meio do programa, a comunidade recebeu um grande abraço. Nesse contexto, destacou-se a Nova Acrópole Curitiba. De lá vieram 30 voluntários, trazendo 66 portas e 400 cobertores. Além disso, trouxeram muito amor e solidariedade para ajudar as pessoas a reconstruírem suas casas.
Para doar basta acessar a chave Pix ou o PayPal disponibilizado abaixo:
Chave Pix 51 997520420 (telefone)
ou acesse:
Paypal.com/campanhaRS

As três frentes do programa “Tá Na Mão”
O programa “Tá Na Mão” se divide em três frentes, com cerca de 70 pessoas participando diretamente e muitas outras indiretamente. Uma delas está voltada às crianças. Outra atende pessoas com alguma enfermidade e disponibiliza profissionais de saúde em diversas áreas. Por fim, a terceira cuida da logística para entrega de doações.
Além da ajuda prática, o programa dá atenção aos fatores psicológicos desencadeados pela tragédia. Por isso, as equipes acropolitanas também atuam nesse sentido, com amor, solidariedade e sentimento de pertencimento.
Reportagens sobre voluntários no RS: Limpeza Solidária
Em seguida, outra reportagem, veiculada pela Rádio Bandeirantes, tratou da região norte de Porto Alegre. Lá, as águas do rio Guaíba subiram e trouxeram não somente lama, mas esgoto e lixo, contaminando as residências invadidas.
Nessa região, ocorre o programa “Limpeza Solidária”. Para isso, a Nova Acrópole fez parceria com o aplicativo “Meu lar de volta”. Por sua vez, voluntários em programação e desenvolvimento de APPs criaram o aplicativo. Assim, a iniciativa “Limpeza Solidária” oferece faxinas nas residências das famílias atingidas, que solicitam o serviço pelo aplicativo.
Em cada residência, equipes de 7 a 10 voluntários fazem a limpeza, acompanhados pelo proprietário. Dessa forma, deixam a residência minimamente limpa. Ao mesmo tempo, contribuem para retomar a esperança e a dignidade, necessárias para juntar forças para reconstruir.

Além disso, as equipes usam Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e lava a jato. Também tomam todos os cuidados necessários para evitar a contaminação dos voluntários e proprietários envolvidos. De fato, uma das beneficiadas pelo programa desabafou da seguinte forma: “Foi um renascimento, eu renasci através deles. Eles me tiraram do chão e disseram, vá em frente, não está tudo acabado”.
Um trabalho coordenado em todas as sedes
Em resumo, estes são alguns exemplos de como os voluntários atuam na linha de frente. Eles atendem as pessoas que sofreram com as inundações no Rio Grande do Sul. De fato, trata-se de um trabalho organizado e coordenado, que envolve todas as sedes acropolitanas.
A motivação para o trabalho vem do coração de cada voluntário. Afinal, cada um reconhece em cada pessoa a beleza da irmandade, a qual, ao final de contas, pertence toda a humanidade, pertencemos todos nós!
Gostaria de colaborar com nossas ações em apoio ao Rio Grande do Sul? Para doar basta acessar a chave Pix ou o PayPal disponibilizado abaixo:
Chave Pix 51 997520420 (telefone)
ou acesse:
Paypal.com/campanhaRS
Contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Portanto, as ações relatadas relacionam-se ao ODS 3 – Saúde e Bem-Estar, ao oferecer atendimento de saúde e atenção psicológica. Além disso, dialogam com o ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis, ao apoiar a reconstrução das moradias após o desastre.