Demonstração de Artes Marciais Filosóficas

Por Paraná - Curitiba

No sábado, dia 1º de outubro, a Nova Acrópole Curitiba promoveu uma demonstração de Artes Marciais Filosóficas. O objetivo foi mostrar o sentido e o espírito guerreiro que há em todo ser humano.

A tradição das artes marciais filosóficas em Curitiba

A Nova Acrópole busca o resgate da tradição dentro de uma visão filosófica. Dessa forma, podemos aplicar em nossa vida cotidiana os ensinamentos que acompanham a humanidade. Assim, a tradição inspira o ser humano a ser melhor.

Da mesma forma, as artes marciais praticadas no Instituto Internacional de Artes Marciais Filosóficas Bodhidharma também se inspiram na tradição. Afinal, essa tradição traz o sentido e a finalidade das Artes Marciais na vida do ser humano.

Para expressar um pouco dessas ideias, os instrutores e praticantes do estilo Nei Kung e IAI DO fizeram uma demonstração. Desse modo, mostraram o que vivem em seu cotidiano por meio da prática das artes marciais.

Relatos dos praticantes

Alguns praticantes relataram suas experiências. Segundo eles, a arte marcial filosófica do Nei Kung tem ensinado sobre modéstia, amizade e luta interior.

“A demonstração foi um grande exercício desses valores humanos, pois pude constatá-los em mim e em meus companheiros de Dojo diante das vivências que tivemos”, comentou Pedro Melo.

Em seguida, Joice Araújo também compartilhou sua vivência.

“Quando estamos diante de algo que vai nos proporcionar um crescimento espiritual, mental, e físico, por menor que seja esse crescimento, vai nos gerar adversidades, vai haver dificuldades e pode até ter dúvidas daquilo que determinamos como certo em nossa caminhada”, colocou Joice Araújo.

A luta interior nas artes marciais filosóficas em Curitiba

Além disso, Joice continua sua reflexão. Para ela, a luta é também interior:

“Podemos chamar de guerra interna, e há de se preparar para a batalha, consigo mesmo! Matar, vez por outra, seus próprios ‘demônios’, como a preguiça, a autopiedade, e a falta de confiança em si mesmo. Há necessidade de elevar a consciência o mais alto, acima dos pensamentos de fracasso (ou acima da personalidade falante). E aí sim, com a Devoção, resgatando os ensinamentos dos mestres, trabalhando física e mentalmente o conhecimento resgatado, investigamos dentro de nós mesmos aquilo que temos de melhor para oferecer aos demais, com humildade, sabendo que sempre temos algo a melhorar, a aprender, e a ensinar”.

Contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Portanto, a atividade relaciona-se ao ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Afinal, a prática une o cuidado com o corpo e o cultivo de valores humanos. Além disso, dialoga com o ODS 4 – Educação de Qualidade. De fato, promove a aprendizagem ao longo da vida.

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