Esporte com Coração é tema de atividade esportiva em Curitiba

Por Paraná - Curitiba

No dia 4 de junho, a Escola do Esporte com Coração da Nova Acrópole Curitiba recebeu novos alunos. Eles chegaram para conhecer a proposta do Esporte com Coração.

Desde 2015, a unidade desenvolve um trabalho com os valores do esporte filosófico por meio do voleibol. Assim, os desportistas filósofos aprendem as técnicas da modalidade. Ao mesmo tempo, também aprendem sobre si mesmos. Além disso, a Escola do Esporte com Coração oferece atividades em centenas de unidades da Nova Acrópole ao redor do mundo.

Um dia festivo no Esporte com Coração em Curitiba

O dia 4 de junho foi festivo, pois foi exclusivo para receber os novos alunos. Durante o encontro, os praticantes fizeram brincadeiras com a bola. De fato, elas arrancavam sorrisos, mas também exigiam concentração e esforço.

Treino de vôlei da Escola do Esporte com Coração em Curitiba

Foi um encontro dos mais antigos com os novos. Dessa forma, todos puderam se conhecer, brincar e jogar juntos. Assim, colocaram técnica e regras a serviço do crescimento dos filósofos atletas que se desafiaram a estar presentes.

Por exemplo, Sabrina Marcelino participou pela primeira vez. Ela comentou que foi a coragem que lhe permitiu se colocar nessa condição de fazer algo novo. Esse valor permite aos praticantes compreender um pouco mais a ideia do heroísmo, aprendida nas aulas de filosofia. Afinal, todo herói é corajoso.

A formação pela ginástica e pela música

Há mais de 2500 anos, Platão propôs a formação por meio da ginástica e da música. Essa formação reúne valores como a força moral e a purificação dos defeitos. De fato, quem pratica o esporte com essa mentalidade vivencia esses valores em alguma medida.

Por exemplo, cumprir o horário com que se comprometeu e unir-se ao time exige a postura de um ser humano consciente. Da mesma forma, ser ágil para chegar na bola e completar uma jogada também exige essa postura. No entanto, muitas vezes as pessoas não consideram essas ações. Tampouco as levam para outras áreas da vida.

O ideal olímpico no Esporte com Coração em Curitiba

Essa era uma das análises de Pierre de Coubertin, restaurador das Olimpíadas na era moderna. Em seu ideário, ele propôs que o esporte forma e transforma os seres humanos. Assim, torna-os capazes de atuar melhor no mundo. De fato, essa é a verdadeira proposta do ideal de fraternidade dos Jogos Olímpicos. Coubertin reviveu esse ideal, mas os “agonistas” gregos já o vivenciavam. Afinal, os agones olímpicos os educavam para lutar pela paz.

Além disso, o Barão de Coubertin dizia que não bastava entregar uma bola a um grupo de crianças para haver desenvolvimento de valores. Pelo contrário, era necessário trabalhar em como ensinar às crianças as regras do jogo, acompanhá-las e instruí-las. Por fim, era preciso orientá-las, para além do campo, a ser pessoas melhores. Isso vale para as relações sociais, familiares e de amizade, o asseio pessoal e os cuidados com a saúde.

Gustavo Subkowiak, filósofo e monitor da atividade, coloca que “o esporte é uma ferramenta filosófica para crescermos como seres humanos, em valores verdadeiramente humanos, e especificamente para o esporte de equipe, em nossos treinos de vôlei, que traz muita alegria, de corações unidos, uns pelos outros, trazendo a generosidade, por exemplo, de estar em quadra por si e pelos demais. Certamente a cada treino saímos mais conscientes, úteis e felizes.”

Contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Portanto, a atividade relaciona-se ao ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Afinal, promove a prática esportiva e o bem-estar dos participantes.

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